sexta-feira, 11 de maio de 2012

Com o tema "Mamãe, a mais linda flor!" a Creche Dr. Diomedes Lucas de Carvalho comemorou neste dia 11/05/2012 o dias das mães de sua creche.

O dia contoou com a acolhida das mães, mensagem da creche, mensagem das crianças para as mães, apresentação do berçário com a música mamãe é meu amor e aos olhos do Pai e encerrou com a mensagem Parabéns para a mamãe.
Já o maternal I apresentou as músicas maizinha do céu e um anjo muito especial, além da mensagem Minha mãe.
O maternal II apresentou as músicas mamãe, mamãe e como é grande o meu amor por você.
Encerrando a comemoração foi servido um café da manhã e distribuição de flores e presentes para as mães presentes e palavras de agradecimentos proferidas pela direção da Creche Dr. Diomedes Lucas de Carvalho.

Vejamos as fotos:













































































quarta-feira, 4 de abril de 2012

Diretora da creche Diomedes recebe reconhecimento

Parabéns Fabiana, toda conquista é fruto de esforço e dedicação!


Semana Santa


O que significa a semana santa?

A Semana Santa é a ocasião em que é celebrada a paixão de Cristo, sua morte e ressurreição.

Jesus Cristo não aceitava o tipo de vida que seu povo levava, o governo cobrando altos impostos, riquezas extremas para uns e miséria para outros.
Ao chegar a Jerusalém, foi aclamado pela população como sendo o Messias, o Rei, mas os romanos não acreditavam que ele era filho de Deus, duvidavam dos seus sábios ensinamentos, de sua missão para salvar a humanidade, então passaram a persegui-lo.

Jesus tinha conhecimento de tudo que iria passar, da peregrinação que o levaria à morte. Convidou, então, doze homens a quem chamou de discípulos, para levar seus ensinamentos às pessoas.
Porém, Judas Escariotes, um desses apóstolos, também duvidou que Ele era um enviado de Deus, entregando-lhe para os romanos, que o capturaram.
Em seguida, fizeram Jesus passar pela via sacra, amarrado à sua cruz, carregando-a por um longo trecho, sendo torturado, levando chibatadas dos soldados, sendo caçoado covardemente até sofrer a crucificação e a morte.

Em 325 d.C, o Concílio de Niceia, presidido pelo Imperador Constantino e organizado pelo Papa Silvestre I, fabricou e consolidou a doutrina da Igreja Católica, como a escolha dos livros sagrados e as datas religiosas. Ficou decidido também que a Semana Santa seria comemorada por uma semana (do domingo de ramos ao domingo de Páscoa). Há relatos de festas em homenagem aos últimos dias de Cristo, pouco tempo depois de sua morte. Porém comemoravam dois dias apenas (sábado de aleluia e domingo da ressurreição). Nesse Concílio também foi adotado o Catolicismo como religião oficial do Império Romano.

Cada dia da comemoração faz referência a um acontecimento: o domingo de ramos refere-se à entrada do Rei, o Messias, na cidade de Jerusalém, para comemorar a páscoa judaica. Na segunda-feira seguinte foi o dia em que Maria ungiu Cristo; na terça-feira foi o dia em que a figueira foi amaldiçoada; a quarta-feira é conhecida como o dia das trevas; a quinta-feira foi a última ceia com seus apóstolos, mais conhecida como Sêder de Pessach. A sexta-feira foi o dia do seu sofrimento, sua crucificação. Sábado é conhecido como o dia da oração e do jejum, onde os cristãos choram pela morte de Jesus. E, finalmente, o domingo de páscoa, o dia em que ressuscitou e encheu a humanidade de esperança de vida eterna.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

sábado, 31 de março de 2012

Creche: seus benefícios

Crianças em creches se desenvolvem mais do que com avós
 

 
Crianças que ficam em creche ficam mais bem preparadas para vida escolar. Foto: Getty Images Crianças que ficam em creche ficam mais bem preparadas para vida escolar
Foto: Getty Images
Mariana Muller


De um lado, o carinho e o colinho da vovó. Do outro, bebês brincando com outras crianças na creche, falando, usando sozinhos os talheres. As mães que precisam trabalhar fora não têm como escapar do dilema: o bebê vai ficar com a avó ou na escolinha? Recente estudo feito pelo Institute of Education (IE - Instituto de Educação) de Londres concluiu que crianças que aos 9 meses já freqüentavam creches estavam, aos 3 anos de idade, mais preparadas para a vida escolar.

A investigação envolveu 4,8 mil crianças inglesas nascidas em 2000 e 2001. Em média, as que foram cedo para creches e berçários conseguiram mais pontos numa avaliação que mediu a sua compreensão das cores, letras, números, tamanhos, comparações e formas. Entretanto, crianças cujas famílias tinham alto nível de escolaridade apresentaram vocabulário maior quando criadas por um dos avós - na maioria dos casos, pela avó materna.

Ao concluir o estudo, os especialistas em educação argumentaram que as vovós e vovôs que tomam conta dos netos merecem apoio em vez de críticas. E devem ser estimulados a participar do dia a dia da criança na escola.

A empresária Belizária Duarte, 28 anos, adotou a creche a pedido da pediatra de Clara, 2 anos. A menina ficou com a avó nos primeiros meses de vida, mas freqüentemente ficava gripada. "Ela me sugeriu a creche-escola para que a Clara pudesse criar anticorpos e ficar mais resistente não só em relação à saúde, mas também à vida. Ela também precisava melhorar o comportamento, porque era bastante teimosa para dormir", conta.

A avó de Clara, Norma Duarte, 51 anos, está gostando das mudanças, mas sente falta da rotina com a criança. "É difícil ficar longe dela, mas foi bom porque ela já aprendeu novas palavras e sabe se defender agora. Estou participando das atividades da creche, assim fico um pouco mais perto da minha netinha", fala.

Lições sobre como conviver em sociedade
Segundo a pedagoga da creche Centro Educacional da Lagoa (Rio de Janeiro), Vitória Padila, o grande diferencial da escolinha é a socialização e o aprendizado sobre partilhar. "As professoras estimulam atividades em que as crianças troquem os brinquedos, além de aulinhas com músicas, que educam naturalmente. Para as avós, o ideal é que participem mais da rotina na creche. Isto vai ajudá-la a lidar melhor em casa com os netos", sugere.

Joana Ribeiro, 29 anos, teve que deixar a filha Alice aos 9 meses na creche por causa do trabalho. Hoje a menina tem 4 anos e Joana acredita que foi a melhor opção. "Entre outras vantagens, ela ampliou seu vocabulário rápido por causa da convivência com outras crianças. Eu era bem tímida e fui criada pelos meus avós. Ela é muito diferente, tem mais desenvoltura", diz.

Segundo o IE, pesquisas anteriores concluíram que determinados ambientes pré-escolares, como as creches, podem ajudar as crianças a desenvolver o "traquejo social" necessário para enfrentar a vida no futuro.

Projeto pedagógico, segurança e higiene
Em relação à escolha da creche, a psicóloga Maria Luiza Lara ressalta que alguns fatores devem ser observados: o projeto pedagógico aplicado; a qualidade e a oferta dos profissionais, desde a professora até a merendeira; além da segurança e da higiene.

"É importante fazer uma pesquisa com várias creches, ouvindo outros pais e observando o comportamento dos que trabalham lá. E esse acompanhamento deve ser contínuo, não basta ser só no momento da matrícula. Assim os pais podem ir trabalhar tranqüilos, sabendo que seu filho está em um lugar saudável e propício para seu crescimento", avalia. A pediatra do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, Sônia de Lourdes Liston Colina, informa que a idade ideal para entrar na escolinha é aos 2 anos. Até lá, para ela, as avós seriam as pessoas mais capacitadas para oferecer cuidados essenciais. "Até os 2 anos, a criança precisa de mais atenção com saúde, alimentação e segurança. Nessa fase, os cuidados das avós evitam contato com infecções da idade e comuns em ambientes escolares e em creches", afirma. Já para Maria Luiza Lara, os riscos que a creche oferece podem ser observados em qualquer lugar de convivência infantil, como parquinhos.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Feliz dia internacional das mulheres


Nossa homenagem poética a todas as mulheres!

Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
[...]
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.

(Adélia Prado)